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[mpc_textblock content_width="90" font_size="12" font_line_height="2" font_align="justify" margin_divider="true" mpc_tooltip__border_divider="true" mpc_tooltip__padding_divider="true"]Cabral veio do interior. E isso é importante. Porque ele não estudou cinema lá fora. Não trabalhou com ninguém famoso. Teve poucos bons roteiros nas mãos pra chamar de seus. Então, teve que aprender a fazer seus próprios filmes. A encontrar e a contar suas próprias histórias por aí. A evolução foi lenta. Demorou pra amadurecer. Fez muita coisa errada. Fez muita coisa sozinho pra aprender que seus melhores trabalhos foram os que alcançou com uma boa equipe. Na falta de bons equipamentos, apostou no personagem. Na falta de uma boa trilha sonora, insistiu no que eles tinham a dizer. Foi indo assim. Fez muito filme ruim. Muitos. Muitas vezes por sua própria culpa. E desse jeito aprendeu um pouco mais sobre qualidade e critério. E também sobre paciência. E, assim, passou a se preparar mais pra cada trabalho: estudo, estudo, estudo. Ele sabe que só esse esforço é capaz de fazer qualquer talento não se desperdiçar. Cabral tem os olhos arregalados. Não é loucura. Não é ansiedade. Não é mania. É que ele sabe da história que tem e o que teve que fazer pra chegar aqui. Ele sabe que não tem o luxo de fazer de nenhum projeto, mesmo pequeno, algo menor. Talvez por isso, estejam sempre chamando o Cabral pra fazer muita coisa legal por aí. [/mpc_textblock]